<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><rss xmlns:atom='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' version='2.0'><channel><atom:id>tag:blogger.com,1999:blog-779070557746100080</atom:id><lastBuildDate>Tue, 13 Oct 2009 20:12:17 +0000</lastBuildDate><title>Guerreira 2009</title><description></description><link>http://carolwernerguerreirossemarmas.blogspot.com/</link><managingEditor>carolzinhawerner@gmail.com (Carolina Werner)</managingEditor><generator>Blogger</generator><openSearch:totalResults>3</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-779070557746100080.post-6849641734232830248</guid><pubDate>Mon, 01 Sep 2008 20:14:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-09-01T13:52:19.422-07:00</atom:updated><title></title><description>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;font-size:85%;"&gt;Como se sente?&lt;br /&gt;Quais são suas dúvidas profissionais?&lt;br /&gt;Quais são os seus sonhos?&lt;br /&gt;Quais são os seus desafios?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como me sinto? acho que confusa é a melhor resposta! Confusa por que já não me encaixo em nenhuma classificação . Não sou mais "adolescente", meu nível de conhecimento e auto-conhecimento já superaram essa fase e os meus compromissos e minhas responsabilidades são muito superiores ao que me era exigido nessa época. Não sou adulta ainda, não por que não me sinto adulta (se é que exista alguma forma de se sentir assim), mas por que não consigo me sustentar ainda, na verdade estou bem longe disso. Eu me auto defino pseudo-adulta. Uma pseudo-adulta que esta num estagio avançado dentro da arquitetura, já enxerga o fim da faculdade, que já trabalha como se estivesse terminando (ou terminado mesmo) mas que tem a consciência que ainda falta um ano. E um ano é um ano, vai demorar um pouquinho a passar.&lt;br /&gt;Na verdade esse um ano que falta é o que mais da frio na barriga, porque a vontade de que ele chegue logo é enorme. mas ao mesmo tempo... a faculdade terminando da uma incerteza tão grande: o que vou fazer? continuar trabalhando onde trabalho? continuar estudando e fazer uma especialização na área que eu gosto? viajar?&lt;br /&gt;O difícil é prender a ansiedade e respirar fundo pra ficar tranquila. Por que essas duvidas, não tem jeito, só o tempo pra tirar. E quem sabe, ate la pode acontecer tanta coisa que pode ate surgir mais opções de futuro.&lt;br /&gt;Eu já falei de meus objetivos e sonhos. Mas aqui vai de novo: tenho objetivos que podem ser classificados como sonhos. Coisas que quero muito fazer, e irei. Não digo que são mudanças de vida, mas podem ser classificadas como evoluções: coisas que irão acontecendo com o tempo e da maneira certa. Quero muito me formar, e continuar trabalhando com escritório de arquitetura. Não quero ser Niemeyer, bem pelo contrario. Trabalhar com a área de projetos e depois com a execução deles em obras, no contato direto com os problemas e com as pessoas capazes de resolve-los me satisfaz muito profissionalmente. Essas interrupções do cotidiano do trabalho com incursões a obras deixa o dia-a-dia mais leve e melhor de levar adiante. Quero muito me especializar em habitação (cursos, mestrado, doutorado...) e poder lecionar nessa área. Toda forma de conhecimento é bem -vinda, e quando, alem de o possui-lo, somos capazes de passa-lo adiante temos algo maravilhoso na mãos e temos que tirar proveito disso. Fora isso tenho desejos de poder viajar muito, conhecer outras culturas que ajudem na minha formação tanto humanística quanto profissional. Mas acho que isso é um complemento e que vai acontecer naturalmente ao longo do tempo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5241158465257137394" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_KBS6bXzeR08/SLxV2vUu5PI/AAAAAAAAAAw/oY5O4wjfAbc/s320/vazio+com+sol.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;DESTINO&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Escrevo como quem toca um piano&lt;br /&gt;Desejando escrever uma Ópera&lt;br /&gt;Para que minhas palavras sejam eternas&lt;br /&gt;Enquanto toquem&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto toquem meu coração&lt;br /&gt;Que luta para ser feliz&lt;br /&gt;E se libertar de pequenas pedras&lt;br /&gt;Que insistem em ficar em meus sapatos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que caminham procurando direção&lt;br /&gt;Para que meu sol volte a brilhar plenamente&lt;br /&gt;Como quando estou com você&lt;br /&gt;Junto ou na minha mente&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Imaginando o dia que partirei&lt;br /&gt;De onde não consigo mais ficar&lt;br /&gt;Como caminhei um dia na vida&lt;br /&gt;E sem saber fui te encontrar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como um ser que vaga sozinho&lt;br /&gt;E é atropelado pelo seu destino&lt;br /&gt;Destino que apenas me mostra o que já sei&lt;br /&gt;E que me pede para deixá-lo me levar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para onde jamais saberei&lt;br /&gt;Pelo menos por agora&lt;br /&gt;E mesmo assim confio nele&lt;br /&gt;Pois foi deste mesmo jeito que lhe encontrei.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/779070557746100080-6849641734232830248?l=carolwernerguerreirossemarmas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://carolwernerguerreirossemarmas.blogspot.com/2008/09/como-se-sente-quais-so-suas-dvidas.html</link><author>carolzinhawerner@gmail.com (Carolina Werner)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_KBS6bXzeR08/SLxV2vUu5PI/AAAAAAAAAAw/oY5O4wjfAbc/s72-c/vazio+com+sol.jpg' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-779070557746100080.post-1525234109458811692</guid><pubDate>Tue, 19 Aug 2008 18:55:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-08-19T12:01:39.068-07:00</atom:updated><title>Louvados sejam os desassossegados de nascença!</title><description>Eu não sou daqui- Martha Medeiros&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Qualquer pessoa que comece a escrever poesia irá, cedo ou tarde, usar como tema a sensação de ser um estrangeiro. Em seus versos, dirá que não pensa como os outros, que tem a impressão de ter vindo de outro planeta, que não se reconhece entre seus pares. Quem faz música também acaba falando sobre isso, mais dia, menos dia. É um assunto que cativa, já que todos nós, em um determinado momento da vida (geralmente na adolescência) nos achamos, mesmo, muito diferente dos outros...&lt;br /&gt;...Quando ele diz que somos todos ficcionistas, não está sugerindo que somos todos uns fingidos. O que eu compreendo disso é que, ao nascer, recebemos mais ou menos o mesmo dote: uma família, algum amor e alguns ensinamentos. Para quem é um pouco preguiçoso ou carente de imaginação, isso basta como baliza. Irá se satisfazer com o que foi recebido e contar sempre a mesma história sobre si mesmo. Mas há os desassossegados de nascença: louvados sejam. Para esses, a vida é um livro em branco, uma oportunidade desafiadora de criar o seu próprio personagem e enriquecê-lo com experiências, desejos, erros, acertos, alegrias, tristezas. Qual é o maior presente que nossos pais podem nos dar, além de algum amor e algum ensinamento? É justamente essa fagulha acesa no olhar, esse espírito aberto, o empurrão para ir além do “prefácio” e buscar a construção de si próprio visitando outras galáxias – que nada mais são do que outras pessoas e vivências. É através dessa matéria-prima que iremos estabelecer o fio da nossa narrativa, é que permitiremos que os outros nos conheçam – e que a gente se autoconheça mais um pouco também, através do olhar de fora.&lt;br /&gt;É uma vida inventada? No melhor sentido. É uma vida que se atreveu a ir além dos 10 mandamentos iniciais. É uma vida regida por outros tantos: não julgarás os diferentes de ti, não criticarás o próximo sem antes ouvir suas razões, não te contentarás com o que aprendestes em casa, não evitarás estradas só por não saber onde elas levam, não abdicarás de conhecer mais a ti mesmo, não censurarás aquilo que não compreendes, não te acorrentarás ao que te dá segurança, não te conformarás com tua ignorância, não temerás a amplificação do teu universo.&lt;br /&gt;Em suma, o “eu não sou daqui” é a frase dos que não se atreveram a desbravar o mundo, preferiram se manter estrangeiros por orgulho e por medo. Só quando saímos do nosso esconderijo é que descobrimos que somos todos do mesmo lugar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para texto completo &lt;a href="http://zerohora.clicrbs.com.br/zerohora/jsp/default2.jsp?uf=1&amp;amp;local=1&amp;amp;source=a2117444.xml&amp;amp;template=3916.dwt&amp;amp;edition=10481&amp;amp;section=1026"&gt;http://zerohora.clicrbs.com.br/zerohora/jsp/default2.jsp?uf=1&amp;amp;local=1&amp;amp;source=a2117444.xml&amp;amp;template=3916.dwt&amp;amp;edition=10481&amp;amp;section=1026&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/779070557746100080-1525234109458811692?l=carolwernerguerreirossemarmas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://carolwernerguerreirossemarmas.blogspot.com/2008/08/louvados-sejam-os-desassossegados-de.html</link><author>carolzinhawerner@gmail.com (Carolina Werner)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-779070557746100080.post-7457879804474565104</guid><pubDate>Thu, 14 Aug 2008 19:58:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-08-14T13:27:29.680-07:00</atom:updated><title>Quem EU sou!</title><description>É muito dificil falar sobre si mesmo, sobre o que somos ou como somos.&lt;br /&gt;Talvez eu não saiba muito sobre a minha pessoa, talvez eu apenas não saiba como me expressar. Mas eu sei onde quero chegar, sei que no caminho ate la vai ter muitas curvas e desafios e que no meio da tragetoria o objetivo pode mudar.&lt;br /&gt;Por enquanto eu vou conquistando os objetivos do dia-a-dia.&lt;br /&gt;Hoje conquistei mais um.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Natural da serra gaucha, moro em Porto Alegre a alguns anos.  Tenho 22 anos e estou no quarto ano da faculdade de arquitetura da UNISINOS. Hoje posso comemorar algumas coisas que conquistei nesse meio tempo. Como a paixao pelas questões de habitação (unifamiliar, plurifamiliar, de interesse social, tipologias, evolução, influencias das diferentes culturas ...) e sustentabilidade,  e a forma que as duas interagem.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/779070557746100080-7457879804474565104?l=carolwernerguerreirossemarmas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://carolwernerguerreirossemarmas.blogspot.com/2008/08/apresentao.html</link><author>carolzinhawerner@gmail.com (Carolina Werner)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item></channel></rss>