Como se sente?
Quais são suas dúvidas profissionais?
Quais são os seus sonhos?
Quais são os seus desafios?
Como me sinto? acho que confusa é a melhor resposta! Confusa por que já não me encaixo em nenhuma classificação . Não sou mais "adolescente", meu nível de conhecimento e auto-conhecimento já superaram essa fase e os meus compromissos e minhas responsabilidades são muito superiores ao que me era exigido nessa época. Não sou adulta ainda, não por que não me sinto adulta (se é que exista alguma forma de se sentir assim), mas por que não consigo me sustentar ainda, na verdade estou bem longe disso. Eu me auto defino pseudo-adulta. Uma pseudo-adulta que esta num estagio avançado dentro da arquitetura, já enxerga o fim da faculdade, que já trabalha como se estivesse terminando (ou terminado mesmo) mas que tem a consciência que ainda falta um ano. E um ano é um ano, vai demorar um pouquinho a passar.
Na verdade esse um ano que falta é o que mais da frio na barriga, porque a vontade de que ele chegue logo é enorme. mas ao mesmo tempo... a faculdade terminando da uma incerteza tão grande: o que vou fazer? continuar trabalhando onde trabalho? continuar estudando e fazer uma especialização na área que eu gosto? viajar?
O difícil é prender a ansiedade e respirar fundo pra ficar tranquila. Por que essas duvidas, não tem jeito, só o tempo pra tirar. E quem sabe, ate la pode acontecer tanta coisa que pode ate surgir mais opções de futuro.
Eu já falei de meus objetivos e sonhos. Mas aqui vai de novo: tenho objetivos que podem ser classificados como sonhos. Coisas que quero muito fazer, e irei. Não digo que são mudanças de vida, mas podem ser classificadas como evoluções: coisas que irão acontecendo com o tempo e da maneira certa. Quero muito me formar, e continuar trabalhando com escritório de arquitetura. Não quero ser Niemeyer, bem pelo contrario. Trabalhar com a área de projetos e depois com a execução deles em obras, no contato direto com os problemas e com as pessoas capazes de resolve-los me satisfaz muito profissionalmente. Essas interrupções do cotidiano do trabalho com incursões a obras deixa o dia-a-dia mais leve e melhor de levar adiante. Quero muito me especializar em habitação (cursos, mestrado, doutorado...) e poder lecionar nessa área. Toda forma de conhecimento é bem -vinda, e quando, alem de o possui-lo, somos capazes de passa-lo adiante temos algo maravilhoso na mãos e temos que tirar proveito disso. Fora isso tenho desejos de poder viajar muito, conhecer outras culturas que ajudem na minha formação tanto humanística quanto profissional. Mas acho que isso é um complemento e que vai acontecer naturalmente ao longo do tempo.
Quais são suas dúvidas profissionais?
Quais são os seus sonhos?
Quais são os seus desafios?
Como me sinto? acho que confusa é a melhor resposta! Confusa por que já não me encaixo em nenhuma classificação . Não sou mais "adolescente", meu nível de conhecimento e auto-conhecimento já superaram essa fase e os meus compromissos e minhas responsabilidades são muito superiores ao que me era exigido nessa época. Não sou adulta ainda, não por que não me sinto adulta (se é que exista alguma forma de se sentir assim), mas por que não consigo me sustentar ainda, na verdade estou bem longe disso. Eu me auto defino pseudo-adulta. Uma pseudo-adulta que esta num estagio avançado dentro da arquitetura, já enxerga o fim da faculdade, que já trabalha como se estivesse terminando (ou terminado mesmo) mas que tem a consciência que ainda falta um ano. E um ano é um ano, vai demorar um pouquinho a passar.
Na verdade esse um ano que falta é o que mais da frio na barriga, porque a vontade de que ele chegue logo é enorme. mas ao mesmo tempo... a faculdade terminando da uma incerteza tão grande: o que vou fazer? continuar trabalhando onde trabalho? continuar estudando e fazer uma especialização na área que eu gosto? viajar?
O difícil é prender a ansiedade e respirar fundo pra ficar tranquila. Por que essas duvidas, não tem jeito, só o tempo pra tirar. E quem sabe, ate la pode acontecer tanta coisa que pode ate surgir mais opções de futuro.
Eu já falei de meus objetivos e sonhos. Mas aqui vai de novo: tenho objetivos que podem ser classificados como sonhos. Coisas que quero muito fazer, e irei. Não digo que são mudanças de vida, mas podem ser classificadas como evoluções: coisas que irão acontecendo com o tempo e da maneira certa. Quero muito me formar, e continuar trabalhando com escritório de arquitetura. Não quero ser Niemeyer, bem pelo contrario. Trabalhar com a área de projetos e depois com a execução deles em obras, no contato direto com os problemas e com as pessoas capazes de resolve-los me satisfaz muito profissionalmente. Essas interrupções do cotidiano do trabalho com incursões a obras deixa o dia-a-dia mais leve e melhor de levar adiante. Quero muito me especializar em habitação (cursos, mestrado, doutorado...) e poder lecionar nessa área. Toda forma de conhecimento é bem -vinda, e quando, alem de o possui-lo, somos capazes de passa-lo adiante temos algo maravilhoso na mãos e temos que tirar proveito disso. Fora isso tenho desejos de poder viajar muito, conhecer outras culturas que ajudem na minha formação tanto humanística quanto profissional. Mas acho que isso é um complemento e que vai acontecer naturalmente ao longo do tempo.

DESTINO
Escrevo como quem toca um piano
Desejando escrever uma Ópera
Para que minhas palavras sejam eternas
Enquanto toquem
Enquanto toquem meu coração
Que luta para ser feliz
E se libertar de pequenas pedras
Que insistem em ficar em meus sapatos
Que caminham procurando direção
Para que meu sol volte a brilhar plenamente
Como quando estou com você
Junto ou na minha mente
Imaginando o dia que partirei
De onde não consigo mais ficar
Como caminhei um dia na vida
E sem saber fui te encontrar
Como um ser que vaga sozinho
E é atropelado pelo seu destino
Destino que apenas me mostra o que já sei
E que me pede para deixá-lo me levar
Para onde jamais saberei
Pelo menos por agora
E mesmo assim confio nele
Pois foi deste mesmo jeito que lhe encontrei.
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